MCJ: Prefeitura pagará R$ 600 mil de um único cachê enquanto serviços básicos pedem socorro

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Não há o que se questionar sobre a importância do Mossoró Cidade Junina para a cultura e economia da cidade, mas sim por que dinheiro para esse tipo de evento não falta, enquanto serviços básicos pedem socorro. 

Foto: Secom/PMM

Segundo divulgado mais cedo pelo Blog do Barreto, saiu na edição desta quarta-feira, 20, do Jornal Oficial de Mossoró, os valores dos cachês das atrações principais do Mossoró Cidade Junina.

Serão gastos R$ 3,7 milhões com as atrações, sendo Wesley Safadão o artista mais caro do evento, cobrando R$ 600 mil.

Os cachês mais baratos saíram por 60 mil cobrados por Walkyria Santos,  Lagosta Bronzeada e Cavaleiros do Forró.

Confira os valores do cachês:

Wesley Safadão: R$ 600 mil

Xand Avião: R$ 400 mil

Bell Marques: R$ 300 mil

Matheus e Kauan: R$ 280 mil

Alceu Valença: R$ 220 mil

Raí Saia Rodada: R$ 220 mil

Nattan: 200 mil

Parangolé: R$ 170 mil

Dorgival Dantas: R$ 130 mil

Taty Girl: R$ 120 mil

Limão com Mel: R$ 110 mil

Mari Fernandez: R$ 110 mil

Zé Cantor: R$ 100 mil

Eric Land: R$ 100 mil

Chicabana: R$ 90 mil

Toca do Vale: R$ 90 mil

Bonde do Brasil: R$ 90 mil

Junior Vianna: R$ 80 mil

Mara Pavanelly: R$ 80 mil

Walkyria Santos: R$ 60 mil

Lagosta Bronzeada: R$ 60 mil

Cavaleiros do Forró: R$ 60 mil

A importância do Mossoró Cidade Junina para a cultura e economia de Mossoró é inquestionável. Sabemos da geração de emprego e renda. Sabemos que um povo precisa de suas tradições acesas para manter a identidade. Mas também sabemos que serviços básicos pedem socorro. 

Não que haja uma relação direta entre a realização da festa e os serviços que a cidade precisa. Mas há questionamentos que precisam ser sempre feitos para qualquer gestão: 

Por que não há demora no levantamento de recursos para uma festa tão cara, mas há para atender servidores em greve que denunciaram condições precárias de trabalho na saúde, educação, fora os salários? 

Por que há demora em assinar ordem de serviço para executar obras de pavimentação em bairros que já dispõem de dinheiro mofando na Caixa Econômica como mostramos aqui no blog?

Por que ainda há seletividade da comunicação da Prefeitura em responder questionamentos de jornalistas? Se for por falta de conhecimento, comprometo-me a enviar um livro sobre assessoria de imprensa para a Secom e outro para o prefeito. 

Aguardamos respostas!


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