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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Madonna: a "feminista má" ainda trava batalha contra a misoginia e o sexismo

Madonna recebeu da Billboard no último fim de semana o prêmio de Mulher do Ano. Os 34 anos de carreira falam por si só, mas o reconhecimento em 2016 veio especialmente pelo tempo que ela tem dedicado a filantropia pelo mundo, principalmente no Malauí, país de origem dos seus dois filhos adotivos e onde está prestes a inaugurar um hospital pediátrico, o primeiro no país, construído por sua voz que mobiliza fãs, empresários, artistas e políticos a doarem. 
Além disso, na música ela não para. 2016 também é o ano de encerramento de uma de suas mais belas turnês, a Rebel Heart, um grande tapa na cara da indústria que tenta, mais uma vez, renegá-la por causa, agora, da idade. O disco que deu origem a turnê foi boicotado das principais rádios comerciais dos EUA por esse motivo.
 
No discurso certeiro e emocionado abaixo, você entenderá porque Madonna é mais do que A Mulher do Ano. É a "feminista má", um símbolo eterno e ímpar da luta contra a misoginia e o sexismo. Ícone, deusa da música. Sua bandeira flanará contra o preconceito e pela igualdade entre mulheres e homens até que o planeta se cure. Porque antes de se falar em empoderamento Madonna já reinava e fazia o mundo melhor!
Aqui, mais da noite da Billboard. Uma interpretação tocante de Labrinth para Frozen e Like a Prayer. 
God Save The Queen!